| |
Feliz 2012, ASA gigante!
Superada a "Saga do Acre", em 2009, denominação dada pela torcida do ASA ao jogo entre o Rio Branco(AC) 2 x 2 ASA, no qual o time de Arapiraca conseguiu o acesso à Série B de 2010, após uma fantástica campanha na Série C daquele ano, terminou-se a estréia na Série B, no final de 2010, com o alvinegro na honrosa 9ª posição. Veio 2011, na segunda participação do ASA gigante na Série B e o que se viu foram dois times distintos: o do 1º turno, sendo o melhor mandante do Brasil e o do returno, com uma campanha medíocre, mas coroada por outra grande vitória. A Batalha de Bragança, na qual o alvinegro arapiraquense conseguiu vencer a fortíssima equipe do Bragantino por 1 x 0, com um golaço da jovem revelação do ASA, o volante Jorginho. Naquele jogo, o alvinegro garantiu a permanência na Série B 2012.
Podemos batizar o período 2009 - 2011 como a ERA VICA, na qual o ASA venceu dois campeonatos alagoanos (2009 e 2011), foi vice campeão em 2010, vice campeão brasileiro da Série C 2009 e se firmou na Série B, aliás, incluo aí mais uma grande vitória alvinegra, que foi a conquista de mais um grande ídolo da torcida do ASA, o excelente técnico Luiz Mauro, o Vica, agora, de Arapiraca indubitavelmente.
Ao final deste 2011 e ao se anunciar o Ano Novo de 2012, a torcida alvinegra arapiraquense só tem motivos de se orgulhar e se manter esperançosa de um grande campeonato alagoano, boa participação na Copa do Brasil e uma excelente campanha na Série B, em face das contratações que são anunciadas a todo momento, pela competente, honesta e vitoriosa diretoria do ASA gigante, que, como sempre, não tem poupado esforços para a montagem de um grande time, capaz, inclusive, de se sagrar mais uma vez bicampeão alagoano. Que venha logo 2012 e comecemos o Ano Novo com o pé direito, vencendo o estreante CEO de Olho D'Água das Flores e façamos uma grande campanha neste que promete ser um dos melhores campeonatos estaduais dos últimos tempos, pelas fortes equipes que estarão se enfrentando. Prá frente, ASA gigante! Estamos juntos, firmes e fortes em busca das grandes conquistas.
Escrito por Cleidson Sorrentino Tavare às 16h12
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Série B: Um sonho a ser vivido
E o ASA chegou à elite do futebol brasileiro, no inesquecível dia 16 de agosto de 2009, na longínqua Arena da Floresta, contra o bom time do Rio Branco do Acre e, feliz da vida, posso bradar a plenos pulmões: - eu fui, eu vi! Num jogo memorável, num empate em 2 x 2 emocionante, terminando o jogo com dois jogadores a menos, graças a uma atuação pífia do soprador de apito Wágner Tardelli, o ASA chegou lá. Estádio lotado (e que belíssima praça de esportes aquela), torcida vibrante, de nada tudo isso adiantaram, o ASA ia chegar e chegou. Ao fazermos o 2º gol fiquei impassivo, por não acreditar no que via. A ficha só caiu com a vibração de nossa diminuta, mas heróica torcida, que se deslocara a cerca de 5.000km de distância, crente na classificação. Só então vibrei como “nunca antes nesse país” alguém o tinha feito. Eita coração forte esse que carrego, pois agüentou firme o tranco. Toquem as trombetas, rufem-se os tambores, pipoquem-se todos os fogos, aplaudam os nossos guerreiros alvinegros (atletas, comissão técnica, diretoria, torcedores, conselheiros), o ASA de Arapiraca chegou e agora para ficar, porque a Série B agora é o nosso lugar. Saudações alvinegras (e elitizadas, por que não?) Cleidson
Escrito por Cleidson Sorrentino Tavare às 00h54
[]
[envie esta mensagem]
[link]
HINO DE MACEIÓ
Letra: Carlos Moliterno Música: Edilberto Trigueiros

És, Maceió, altiva e majestosa
Feliz nascente entre a lagoa e o mar Ao lado da capela milagrosa De um velho engenho pobre e secular
Pelo trabalho e pelo esforço ingente Como a bravura de teus filhos nobres E debaixo de um sol glorioso e quente Veio a riqueza dessas terras pobres
A tua glória promana Desses teus filhos audazes Cujo alto valor se imana Aos dos heróis mais capazes
Maceió, terra adorada! Ó terra bela e altaneira! Tua história é proclamada Pela nação brasileira
Tu tens paisagens, Maceió, famosas Teu sol é quente e teu luar é claro São tuas praias belas e formosas De um tom de prata, deslumbrante e raro
E desse alvorecer das madrugadas De Ponta Verde às curvas do Pontal Os coqueiros e as velas das jangadas Dão-lhe um vigor de tela natural
A tua glória promana Desses teus filhos audazes Cujo alto valor se imana Aos dos heróis mais capazes
Maceió, terra adorada! Ó terra bela e altaneira! Tua história é proclamada Pela nação brasileira
Escrito por Cleidson Sorrentino Tavare às 01h23
[]
[envie esta mensagem]
[link]
DEPRECIAÇÃO DO ESTÁDIO MUNICIPAL DE ARAPIRACA
Desde os anos 60, quando ainda criança costumava freqüentar aos domingos o Estádio Coaracy da Mata Fonseca, para assistir os jogos do ASA de Arapiraca, e que jogos! Tempo em que conseguíamos relembrar a escalação do alvinegro por longos anos, haja vista que naquela época os jogadores atuavam mais pelo amor à camisa, do que por outros quaisquer interesses, aprendi, como muitos meus contemporâneos e conterrâneos (considero-me filho de Arapiraca, apesar de apenas ter nascido em Recife-PE) a apreciar as tardes de domingo, as noites de quarta-feira, nas quais há jogos do alvinegro.
Nesse tempo, presenciei as melhorias acontecerem no Estádio Municipal. Lá, nos anos 60, nem havia grama plantada. Era o velho e saudoso poeirão. O alambrado rente à linha demarcatória, permitia que sentíssemos o cheiro da pomada (conhecida, hoje, como Gelol, p. ex.) passada pelo massagista nos atletas. Até ouvíamos o ponta discutir com o lateral. O jogo era duríssimo. Uns só sabiam bater mesmo, outros teriam futebol para atuarem em grandes times, caso jogassem o mesmo futebol da época, hoje. Apenas para falarmos dos laterais e dos pontas do ASA, por que não mencionarmos o grande lateral direito do ASA, o Válter, do outro lado do campo, o Tião, esse batia mais do que a bateria da Mangueira. Na ponta direita, cheguei a ver o Santinho, depois veio o grande Bió. Na esquerda, o inesquecível Adeíldo com seu chute fortíssimo.
Mas, por que, em vez de me ater ao tema principal, o Fumeirão, gasto essas linhas relembrando aqueles inesquecíveis anos 60 e 70? Porque não dar para falarmos do Templo Sagrado do Futebol Arapiraquense, sem o associarmos à história do próprio futebol da cidade, que foi praticamente (existiu o Cruzeiro, também) escrita pelo glorioso alvinegro, o ASA. Um não existiria sem o outro. A história do ASA começa ali mesmo, próxima à linha do trem, tendo como seu predecessor um time dos operários, denominado Ferroviário. O estádio é construído e o ASA nasce quase simultaneamente e as suas histórias se confundem, entrelaçam-se.
Se tudo isso é verdade, então podemos afirmar que não cuidar do Municipal é descuidar também do ASA. Não cuidar do ASA é desprezar o Municipal. Se o alvinegro não jogar lá, quem o fará? O CSE? O Igaci? Ressuscitar-se-á o Cruzeiro? Nada disso. Se um padecer, o outro vai junto. Essa é a realidade que precisa ser aprendida pela administração municipal. Desprezar o Fumeirão é abandonar o ASA ao relento. O clube já não tem patrimônio algum, a não ser a sua apaixonada torcida, e agora pode ficar sem casa, sem teto, sem guarida, vira time de rua, time de várzea, irá à bancarrota.
A necessidade de reestruturação do Estádio MUNICIPAL de Arapiraca é pública e notória. É uma realidade escancarada que precisa ser enfrentada pela Prefeitura sem medo de errar. Alguém duvida que não há uma alma viva na cidade discordante de uma reforma abrangente: gramado e drenagem novos; substituição das desconfortáveis cadeiras por outras mais espaçosas e ampliação do seu quantitativo; substituição das arquibancadas metálicas por outras em concreto armado; melhoria nas cabines de rádio e TV; reestruturação do estacionamento; desapropriação dos imóveis próximos à linha férrea para construção de vestiários, loja do ASA, administração do estádio, etc.
Se tudo isso for inviável sob o ponto de vista do custo x benefício, então que se pense com mais grandiosidade, ou seja, construa-se um NOVO ESTÁDIO MUNICIPAL com capacidade para 20.000 expectadores sentados. Não precisa ser um em nível de Copa do Mundo, como o de Brasília, mas que seja digno ao ponto de se transformar numa das maiores atrações do agreste alagoano, onde habita uma população (quase toda torcedora do ASA) superior aos 400.000 habitantes. Não estamos falando, portanto, só da cidade de Arapiraca, mas de toda uma micro-região. Nem precisava se mencionar o eleitorado apenas do município em torno de 100.000 votantes.
Arapiraca tem muito cacife econômico, político, social, cultural para pleitear uma praça de esportes à altura do amor do seu povo pelo futebol e, principalmente, pela Agremiação Sportiva Arapiraquense. SÓ NÃO VER QUEM NÃO QUER.
Saudações alvinegras !!!!!
Cleidson
Escrito por Cleidson Sorrentino Tavare às 00h13
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Meus e minhas caros (as) amigos (as)
Para estréia com chave-de-ouro do nosso blog, sugiro acesso ao link abaixo, que traz artigo de minha autoria, sobre a última execução judicial no Brasil, ocorrido na cidade do Pilar/AL, no dia 28/04/1876:
http://www.ideario.org.br/realizacoes/neab/kule/enforcamento.htm
Cleidson Sorrentino Tavares
Escrito por Cleidson Sorrentino Tavare às 20h26
[]
[envie esta mensagem]
[link]
[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
|